Última notícias sobre terapias celulares
setembro 27, 2026
As células CAR-T são medicamentos vivos e precisam chegar ao paciente com a estrutura biológica intacta e geneticamente íntegra. Na criopreservação para CAR-T, qualquer falha pode comprometer o resultado do tratamento.
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- 18 de setembro de 2026
A terapia de ponte antes do CAR-T é usada para controlar a doença durante a fabricação das células. Esse período pode durar semanas, e o paciente precisa de suporte clínico contínuo.
- 17 de setembro de 2026
O CD19 como alvo da terapia CAR-T revolucionou o tratamento de cânceres do sangue. Esse marcador está presente na maioria dos linfócitos B malignos.
- 16 de setembro de 2026
As diferenças do CAR-T na LLA, no linfoma e no mieloma vão muito além do alvo celular. Cada doença exige um protocolo próprio e um perfil distinto de paciente.
- 16 de setembro de 2026
Os principais medicamentos CAR-T já aprovados ou em desenvolvimento reúnem características bem distintas entre si. Cada produto possui construção própria, alvo específico e indicações clínicas definidas.
- 16 de setembro de 2026
A síndrome de lise tumoral na terapia CAR-T é uma complicação que exige atenção médica imediata. Ela pode surgir quando muitas células cancerígenas morrem rapidamente.
- 14 de setembro de 2026
A citopenia após terapia CAR-T é uma alteração comum no período pós-tratamento, que envolve a queda de células do sangue por semanas ou meses, exigindo acompanhamento próximo da equipe de saúde.
- 10 de setembro de 2026
Estudo acompanhou pacientes com câncer no sangue por dois anos após a terapia CAR-T e investigou como o tratamento afeta a qualidade de vida ao longo do tempo. Resultados sugerem relação entre efeitos iniciais e resposta ao câncer.
- 9 de setembro de 2026
Uma nova pesquisa liderada pela Universidade do Colorado Anschutz investigou algo pouco discutido no combate ao câncer. O estudo mediu a toxicidade do tempo enfrentada por pacientes com linfoma recidivado.
- 8 de setembro de 2026
Pesquisa da Universidade de Genebra mostra que a imunoterapia antes da cirurgia para tumor cerebral é mais eficaz do que aplicá-la depois, com resultados em modelos animais e amostras humanas de glioblastoma.








