Última notícias sobre terapias celulares
abril 3, 2026
Este artigo apresenta os detalhes do caso e o que ele significa para o futuro do tratamento de doenças autoimunes.
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- 19 de fevereiro de 2026
Pacientes que recebem um diagnóstico de câncer muitas vezes enfrentam decisões complexas e urgentes sobre seu tratamento. Entre cirurgias, quimioterapias, imunoterapias e terapias avançadas, é natural buscar o máximo de segurança antes de iniciar qualquer intervenção.
- 18 de fevereiro de 2026
O avanço de terapias biotecnológicas trouxe inovações promissoras para o tratamento de doenças graves, especialmente no campo da oncologia e das terapias celulares.
- 17 de fevereiro de 2026
A terapia celular no câncer de ovário vem ganhando destaque como uma das frentes mais inovadoras da oncologia moderna.
- 16 de fevereiro de 2026
A imunoterapia em melanoma representa um avanço decisivo no tratamento de um dos tipos mais agressivos de câncer de pele.
- 13 de fevereiro de 2026
A imunoterapia câncer de pulmão tem transformado a forma como a medicina moderna combate tumores, oferecendo alternativas mais precisas, personalizadas e com potencial de maior sobrevida.
- 12 de fevereiro de 2026
A terapia celular leucemia mieloide crônica tem ganhado destaque nos últimos anos por representar um dos caminhos mais promissores dentro da hematologia moderna.
- 11 de fevereiro de 2026
O avanço das terapias oncológicas trouxe esperança a milhares de pacientes, especialmente com o surgimento da terapia com Células CAR-T, uma das formas mais inovadoras e promissoras no tratamento de cânceres hematológicos. Entretanto, o acesso a esse tipo de terapia ainda enfrenta desafios legais, burocráticos e financeiros que exigem orientação técnica e jurídica especializada.
- 10 de fevereiro de 2026
A rápida evolução das terapias avançadas, como a terapia com células CAR-T, trouxe não apenas esperança para pacientes com câncer, mas também importantes debates sobre os limites éticos da modificação genética. O uso de técnicas que alteram o material genético humano — mesmo com fins terapêuticos — levanta questionamentos sobre segurança, responsabilidade científica, consentimento e acesso equitativo.
- 9 de fevereiro de 2026
O Linfoma Difuso de Grandes Células B (DLBCL) é o subtipo mais comum de linfoma não Hodgkin, representando cerca de 30% dos casos em todo o mundo. Apesar dos avanços terapêuticos, uma parcela dos pacientes apresenta DLBCL recidivado ou refratário, ou seja, a doença retorna após o tratamento ou não responde aos protocolos convencionais.








