Última notícias sobre terapias celulares
março 16, 2026
Um desses riscos é a neurotoxicidade associada às células imunes efetoras, conhecida pela sigla ICANS (do inglês immune effector cell-associated neurotoxicity syndrome).
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- 10 de fevereiro de 2026
A rápida evolução das terapias avançadas, como a terapia com células CAR-T, trouxe não apenas esperança para pacientes com câncer, mas também importantes debates sobre os limites éticos da modificação genética. O uso de técnicas que alteram o material genético humano — mesmo com fins terapêuticos — levanta questionamentos sobre segurança, responsabilidade científica, consentimento e acesso equitativo.
- 9 de fevereiro de 2026
O Linfoma Difuso de Grandes Células B (DLBCL) é o subtipo mais comum de linfoma não Hodgkin, representando cerca de 30% dos casos em todo o mundo. Apesar dos avanços terapêuticos, uma parcela dos pacientes apresenta DLBCL recidivado ou refratário, ou seja, a doença retorna após o tratamento ou não responde aos protocolos convencionais.
- 8 de fevereiro de 2026
O Brasil alcançou um marco histórico na oncologia celular ao realizar a primeira terapia CAR-T produzida e aplicada integralmente em território nacional, abrindo um novo capítulo no tratamento de cânceres hematológicos. Até então, esse tipo de imunoterapia — que envolve a modificação genética de células T do paciente para reconhecer e destruir células tumorais — era majoritariamente importado, com custos astronômicos e logística complexa de envio para fora do país.
- 7 de fevereiro de 2026
A terapia com células CAR-T revolucionou o tratamento de alguns tipos de câncer hematológico, oferecendo taxas de remissão impressionantes. Contudo, um dos efeitos colaterais mais significativos do procedimento é a imunossupressão prolongada, que torna o paciente mais vulnerável a infecções. Por isso, a vacinação após CAR-T é uma etapa fundamental da recuperação, mas deve ser conduzida com extrema cautela e sob rigoroso acompanhamento médico.
- 6 de fevereiro de 2026
A terapia com células CAR-T representa um dos maiores avanços no tratamento de cânceres hematológicos, oferecendo novas possibilidades a pacientes refratários ou em recaída. Apesar dos resultados promissores, o tratamento envolve efeitos colaterais complexos e potenciais riscos clínicos, o que torna essencial a integração de cuidados paliativos à terapia CAR-T desde o início do processo.
- 5 de fevereiro de 2026
Receber o diagnóstico de câncer e iniciar uma terapia com células CAR-T é um momento que exige força, paciência e suporte constante. O processo pode envolver longos períodos de internação, efeitos colaterais intensos e mudanças na rotina — tanto para o paciente quanto para quem o acompanha. Por isso, compreender como oferecer apoio de forma empática, respeitosa e efetiva é fundamental.
- 4 de fevereiro de 2026
A terapia com células CAR-T revolucionou o tratamento de cânceres hematológicos, oferecendo novas chances de remissão a pacientes refratários a outros métodos. No entanto, essa abordagem pode gerar efeitos adversos graves — e é justamente nesse ponto que a tecnologia de aprendizado de máquina vem ganhando destaque.
- 3 de fevereiro de 2026
A Terapia com Células CAR-T representa uma das maiores inovações da medicina moderna no combate ao câncer, especialmente em casos hematológicos refratários. Ao modificar geneticamente as células T do paciente para reconhecer e destruir células tumorais, esse tratamento oferece resultados promissores. No entanto, apesar de sua eficácia, a Terapia com CAR-T Cell pode desencadear efeitos colaterais raros, que exigem atenção clínica detalhada e monitoramento rigoroso.
- 2 de fevereiro de 2026
Os centros de referência em imunoterapia no Brasil desempenham um papel estratégico na evolução do tratamento de doenças complexas, especialmente o câncer e condições imunomediadas.








